domingo, 26 de julho de 2009

Eu

O que é divino e encontra-se em perfeita harmonia? Quem sabe essa seja a busca eterna que o homem nunca descobrirá.

Reberth Silppo

Eu

Pessoas, algumas chegam e outras que se vão. Como definir uma ou muitas das quais cruzam nossa jornada? Há aquelas que entram em nossas vidas e perdura e mesmo perdurando é difícil dizer o quanto significou. E há outros que somente por dez minutos as conhecemos e mesmo assim sentimos conhecê-las de outras encarnações, como atribuir, como nomear esses acontecimentos inexplicáveis, mas que nos faz retornar para o nosso eu e questionarmos a Deus a nossa existência.
Reberth Silppo

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Eu

O que seria do homem sem a música, escrita, pintura, escultura, gastronomia, moda, dança, teatro? Nada seria do homem sem a arte. Por que não é o homem quem a faz e sim a arte é quem o faz, o faz ser esse ser misterioso.
Reberth Silppo

Mundo paralelo

Em que mundo você vive? Já parou para pensar que seriamos muito egoístas em pensar que o planeta terra e suas vertigens é o único que existe. E o que dizer do mundo particular de cada pessoa? Aquele que constrói sua própria galáxia e nela há personagens, casa, família e comida assim como o planeta terra. E que também existe monstro de três ou sete cabeças, plantas que falam, animais que vão à escola, carros que voam e crianças que falam mais de dez idiomas, o que pensaria uma pessoa se abríssemos a porta do nosso mundo paralelo? Como nos poderiam julgar, por um a caso no planeta terra não existem monstros?
Reberth silppo

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Eu

Ser mãe ou pai é uma dádiva que não há nem como descrevê-la, mas tenho certeza de que o mais difícil desta missão é construir um caráter humano digno e de responsabilidades, que por sua vez é uma viagem desafiadora, e que leva uma vida inteira de obstáculos. Tenho mais do que certeza que feliz são aqueles pais que conquistam este objetivo quase que impossível.
Reberth Silppo

Biografia

Vida e Morte

Nascido em sete de março de 1800, Emiliano Costa, era um Italiano, honesto de família rica, sem falar de sua fisionomia que agradava qualquer Italiana. Um jovem muito bonito de olhos verdes, pele branca, forte, robusto, cabelos longos e negros, mãos delicadas de artista e rosto de anjo feito a pincel. Aos sete anos sua mãe notara a delicadeza do filho com os desenhos que produzira, em pouco tempo havia muitos deles espalhados pela casa. Mas foi aos treze anos que seu amigo íntimo o seu próprio e verdadeiro eu manifestou-se pela arte de escrever, embora abismou-se em suas ânsias, então não levantou-se mais, os dias, os meses até mesmo os anos passaram, e o que ele só fazia questão, era de ver barquinhos da janela de seu quarto passando. Afastou-se de tudo e de todos e já não sabia mais o que era viver com as pessoas, nem mesmo com a própria família, sociedade não existia em seu vocabulário era totalmente anti-social. Aos dezoito anos entrou na Universidade Belas Artes, mas cursou somente dois anos; Forma amizades verdadeiras com Baptiso e Biagiro com quem teve um breve namoro; depois namorou por menos tempo do que com Biagiro, Nina que tornaram-se amigos. Emiliano não fazia questão de conhecer o ato sexual. Uma de sua suas poesias foi escrita em um barquinho e outra na ponte Rialto, onde ele dizia que só ela a entenderia, ela a ligava entre a Itália plano terrestre, e ao céu.
Durante sua vida esteve por duas vezes em momentos e relacionamentos diferentes com Nina e Biagiro no Palácio Contarinidai. Em 1820, no dia de seu aniversário decidiu presentear-se com a paz, e com a sonhada felicidade espiritual e psicológica que acreditava ter, somente morrendo, e por um momento sua vida e de sua família foi marcada para sempre.
Do livro: Poesias do meu Eu
Emiliano Costa

Eu

Por que a morte demonstra-se como um fim? Sendo que muitos enquanto vivos circulam entre nós, e mesmo assim não percebem que dormindo estão.

Reberth Silppo

Coração

Ás vezes faz tum-tum
Ás vezes faz bom-bom
Ás vezes faz tam-tam
E até fom-fom, faz, mas ultimamente nem fom-fom eu ouço meu coração fazer.

Reberth Silppo

terça-feira, 21 de julho de 2009

Eu

O que nos leva pensar que o mundo é um enorme coração que bombeia sem parar? O que seriamos nós? O sangue deste pulsante coração?

Reberth Silppo

Lá fora aqui dentro


Tarde cinzenta o céu
Não sorria,
Chovia lá fora
Chovia aqui dentro,
Pela janela via-se a
Chuva lá fora refletida
Por dentro.

A cada gota de chuva que pela
Janela avistava
Afoga-se lá dentro
Afoga-se lá fora,
Gota que provoca um som
Som que ao bater na janela
Formam-se músicas,
Que ouvia-se lá dentro
E lá fora

Como marteladas num prego
Que batia lá fora
Que ouvia-se aqui dentro.
Reberth Silppo

segunda-feira, 20 de julho de 2009

O que é? O que são?

O que são as lagrimas se não a esperança de sorrir,
O que é a dor se não o verdadeiro alivio,
O que é um tapa se não o desejo de um beijo
O que é uma ofensa se não à-vontade dizer um eu te amo,
O que é um adeus se não um ola,
O que são as vitimas se não culpadas,
O que seria do elemento humano se não houvesse contradição?
Reberth Silppo

Eu

Sempre pensei que seria assim.
Até que a morte nos separe. E ponto final.
Mas muito pelo contrario. Até que a vida nos separe.
Quantos de nós estamos ainda em vida mais separados do que unidos?

Reberth Silppo

Divina

A alma é divina
A ignorância também
A beleza é divina
A alegria também
O amor é divino
O laço também.
Divino é ser amado por divina, e divina é sempre alegre por que é bela e uma vez bela é sempre ignorante, por que tudo que é belo é inexplicável. E ela sendo um ser inexplicável torna-se um ser de alma divina. E tendo uma alma divina não há laço que nos desuna.
Reberth Silppo

domingo, 19 de julho de 2009

Eu

Estar com uma família é amável, fazer parte de uma é tudo e construir a sua própria família é inexplicável.

Reberth Silppo

Posso tudo - Tudo posso

Posso sentir
Posso ver
Posso ouvir
Posso voar
Posso viver
Posso brilhar
Posso tudo
E tudo eu posso
Mas não posso
Sozinho amar
Amar sozinho eu só posso
Se fosse único, se único eu fosse
Mas sou vários e sendo vários
Tenho a obrigação de espalhar o
Meu amor.

Reberth Silppo

sábado, 18 de julho de 2009

Poesias do meu Eu

Ah! Como é gratificante sentir
O balançar do barquinho
Este vem e vai, vem e vai

Vejo daqui toda minha terra
Vejo daqui Contarinidai
Vejo daqui praça de São Marcos

Quero mais do que isto
Quero sentir, quero ver e ouvir
Quero quem me quer

E Dorsoduro já não me quer mais
Quero ponte Rialto quero andar
E de lá navegar

E deixarei de existir onde não existo mais.

02-05-1818
Página 16
Do livro: Poesias do meu Eu
Heterônimo Emiliano Costa

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