Reberth Silppo
Não sei ao certo para que escrevo, mas espero com o que escrevo as pessoas ao ler-me sintam-se bem. Descrevo este blog como um espaço para a divulgação do meu desdobramento humano. Deve ser um poço úmido, escuro e sem vida ser único. Que Deus não permita que eu morra sem ao menos ser muitos.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Eu
Por que a morte demonstra-se como um fim? Sendo que muitos enquanto vivos circulam entre nós, e mesmo assim não percebem que dormindo estão.
Coração
Ás vezes faz tum-tum
Ás vezes faz bom-bom
Ás vezes faz tam-tam
E até fom-fom, faz, mas ultimamente nem fom-fom eu ouço meu coração fazer.
Ás vezes faz bom-bom
Ás vezes faz tam-tam
E até fom-fom, faz, mas ultimamente nem fom-fom eu ouço meu coração fazer.
Reberth Silppo
terça-feira, 21 de julho de 2009
Eu
O que nos leva pensar que o mundo é um enorme coração que bombeia sem parar? O que seriamos nós? O sangue deste pulsante coração?
Reberth Silppo
Lá fora aqui dentro
Tarde cinzenta o céu
Não sorria,
Chovia lá fora
Chovia aqui dentro,
Pela janela via-se a
Chuva lá fora refletida
Por dentro.
A cada gota de chuva que pela
Janela avistava
Afoga-se lá dentro
Afoga-se lá fora,
Gota que provoca um som
Som que ao bater na janela
Formam-se músicas,
Que ouvia-se lá dentro
E lá fora
Como marteladas num prego
Que batia lá fora
Que ouvia-se aqui dentro.
Reberth Silppo
segunda-feira, 20 de julho de 2009
O que é? O que são?
O que são as lagrimas se não a esperança de sorrir,
O que é a dor se não o verdadeiro alivio,
O que é um tapa se não o desejo de um beijo
O que é uma ofensa se não à-vontade dizer um eu te amo,
O que é um adeus se não um ola,
O que são as vitimas se não culpadas,
O que seria do elemento humano se não houvesse contradição?
O que é a dor se não o verdadeiro alivio,
O que é um tapa se não o desejo de um beijo
O que é uma ofensa se não à-vontade dizer um eu te amo,
O que é um adeus se não um ola,
O que são as vitimas se não culpadas,
O que seria do elemento humano se não houvesse contradição?
Reberth Silppo
Eu
Sempre pensei que seria assim.
Até que a morte nos separe. E ponto final.
Mas muito pelo contrario. Até que a vida nos separe.
Quantos de nós estamos ainda em vida mais separados do que unidos?
Até que a morte nos separe. E ponto final.
Mas muito pelo contrario. Até que a vida nos separe.
Quantos de nós estamos ainda em vida mais separados do que unidos?
Reberth Silppo
Divina
A alma é divina
A ignorância também
A beleza é divina
A alegria também
O amor é divino
O laço também.
Divino é ser amado por divina, e divina é sempre alegre por que é bela e uma vez bela é sempre ignorante, por que tudo que é belo é inexplicável. E ela sendo um ser inexplicável torna-se um ser de alma divina. E tendo uma alma divina não há laço que nos desuna.
A ignorância também
A beleza é divina
A alegria também
O amor é divino
O laço também.
Divino é ser amado por divina, e divina é sempre alegre por que é bela e uma vez bela é sempre ignorante, por que tudo que é belo é inexplicável. E ela sendo um ser inexplicável torna-se um ser de alma divina. E tendo uma alma divina não há laço que nos desuna.
Reberth Silppo
domingo, 19 de julho de 2009
Eu
Estar com uma família é amável, fazer parte de uma é tudo e construir a sua própria família é inexplicável.
Reberth Silppo
Posso tudo - Tudo posso
Posso sentir
Posso ver
Posso ouvir
Posso voar
Posso viver
Posso brilhar
Posso tudo
E tudo eu posso
Mas não posso
Sozinho amar
Amar sozinho eu só posso
Se fosse único, se único eu fosse
Mas sou vários e sendo vários
Tenho a obrigação de espalhar o
Meu amor.
Posso ver
Posso ouvir
Posso voar
Posso viver
Posso brilhar
Posso tudo
E tudo eu posso
Mas não posso
Sozinho amar
Amar sozinho eu só posso
Se fosse único, se único eu fosse
Mas sou vários e sendo vários
Tenho a obrigação de espalhar o
Meu amor.
Reberth Silppo
sábado, 18 de julho de 2009
Poesias do meu Eu
Ah! Como é gratificante sentir
O balançar do barquinho
Este vem e vai, vem e vai
Vejo daqui toda minha terra
Vejo daqui Contarinidai
Vejo daqui praça de São Marcos
Quero mais do que isto
Quero sentir, quero ver e ouvir
Quero quem me quer
E Dorsoduro já não me quer mais
Quero ponte Rialto quero andar
E de lá navegar
E deixarei de existir onde não existo mais.
O balançar do barquinho
Este vem e vai, vem e vai
Vejo daqui toda minha terra
Vejo daqui Contarinidai
Vejo daqui praça de São Marcos
Quero mais do que isto
Quero sentir, quero ver e ouvir
Quero quem me quer
E Dorsoduro já não me quer mais
Quero ponte Rialto quero andar
E de lá navegar
E deixarei de existir onde não existo mais.
02-05-1818
Página 16
Do livro: Poesias do meu Eu
Heterônimo Emiliano Costa
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Felicidade
Um simples ato nos transforma
E a felicidade transborda.
Um simples sorriso cativa
Um simples oi, nos alegra
Um simples abraço nos a conforta
Um simples gesto nos anima
Mas um beijo nos modifica
E a felicidade transborda sem dizer de onde veio ou para onde vai.
E a felicidade transborda.
Um simples sorriso cativa
Um simples oi, nos alegra
Um simples abraço nos a conforta
Um simples gesto nos anima
Mas um beijo nos modifica
E a felicidade transborda sem dizer de onde veio ou para onde vai.
Reginaldo Silva Poso
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Eu
Amizade é como uma perola muito valiosa e que às vezes necessita de uma lapidação para que continue sempre brilhando.
Reginaldo Silva Poso
Sabotagem
Sabotagem todos são capazes disso. Mas alguns pegam mais pesados do que outros. Como aqueles que desejam vingança. Como aqueles que desejam ter um amor. Ou aqueles que estão determinados a destruir pontes. E também tem aqueles que simplesmente querem alguma coisa:
- Queria que papai morasse aqui para me colocar na cama.
Alguma coisa que pertence à outra pessoa.
Reberth Silppo
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Lembranças
Perguntei assim:
-Por que choras?
Me responderam assim:
-Por que dói.
Perguntei assim:
-Por que dói?
Me responderam assim:
-Por que lembro.
Perguntei assim:
-Por que lembra?
Me responderam assim:
-Por que pergunta.
Perguntei assim:
-Pergunto por que, choras e dói e a lembra.
Me responderam assim:
-Por que a lembrança pode ser uma faca que feri.
-Por que choras?
Me responderam assim:
-Por que dói.
Perguntei assim:
-Por que dói?
Me responderam assim:
-Por que lembro.
Perguntei assim:
-Por que lembra?
Me responderam assim:
-Por que pergunta.
Perguntei assim:
-Pergunto por que, choras e dói e a lembra.
Me responderam assim:
-Por que a lembrança pode ser uma faca que feri.
Reberth Silppo
Histórias e Histórias o que são?
Quanto tempo levamos para escrever uma história? Quanto tempo levamos para reescrever uma historia? Às vezes queremos magoar quem nos magoou. E também às vezes só queremos nos poupar de alguns constrangimentos. Ou ainda evitar que outro sofra sem necessidade. É claro que a alguns que acham que reescrever a historia é outra forma de mentir. Mas o que seria uma história? Um emaranhado de mentiras que se encaixam, ser outro e vestir-se de sonhos, ou uma omissão?
Regberth Silppo
Eu
O pintor, escultor, poeta, cantor, ator e amor não têm sexo. A arte não tem sexo, já o pintor,escultor, poeta, cantor e ator tem alma. Alma esta que por sua vez é mais do que artística.
Reberth Silppo
Assinar:
Postagens (Atom)
Arquivo do blog
-
►
2009
(183)
- ► julho 2009 (61)
- ► agosto 2009 (16)
- ► setembro 2009 (33)
- ► outubro 2009 (39)
-
►
2010
(146)
- ► março 2010 (18)
- ► abril 2010 (23)
- ► junho 2010 (27)
- ► julho 2010 (16)
- ► agosto 2010 (12)
- ► setembro 2010 (6)
-
▼
2011
(42)
- ▼ julho 2011 (1)
Seguidores
Quem sou eu? Quem sabe a mescla de tudo que você deseja.
- Rê.
- São Paulo, Capital, Brazil
- Nossa. Sou um desdobramento humano. Quero ser tudo rsrsrs... Mas é melhor que você descubra aos poucos.


