Reberth Silppo
Não sei ao certo para que escrevo, mas espero com o que escrevo as pessoas ao ler-me sintam-se bem. Descrevo este blog como um espaço para a divulgação do meu desdobramento humano. Deve ser um poço úmido, escuro e sem vida ser único. Que Deus não permita que eu morra sem ao menos ser muitos.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Eu
Se estamos na terra por uma missão, tenho certeza que a maior delas é de se encontrar e saber quem tu és?
Onde é o meu lar?
Saudades eu tenho de donde vim
Trouxeram-me pra cá,
Onde não sei ficar.
Lá lembranças não tenho mais
Quero voltar e saciar,
Esta saudade que faz
Do meu peito sua morada
Sem rumo ontem, hoje e o amanhã eu estarei
Mas não quero permanecer sem um lar
Não quero aqui sem um rumo estar
Não quero sem rumo morar,
E sim um lar onde eu possa repousar.
Ficar sem destino é vagar
E deixar que as veredas da
Vida seque-me e roube meu ar
Trouxeram-me pra cá,
Onde não sei ficar.
Lá lembranças não tenho mais
Quero voltar e saciar,
Esta saudade que faz
Do meu peito sua morada
Sem rumo ontem, hoje e o amanhã eu estarei
Mas não quero permanecer sem um lar
Não quero aqui sem um rumo estar
Não quero sem rumo morar,
E sim um lar onde eu possa repousar.
Ficar sem destino é vagar
E deixar que as veredas da
Vida seque-me e roube meu ar
Reberth Silppo
O doce é ser criança
Em mãos como-o com os olhos,
Aperto chocolate que chega ficar mole
Fico louco para devora-lo, estou que não me aguento,
E quando o abro meus olhos brilham
Só consigo sentir um cheiro precioso,
Engasgo-me com tanta baba,
E antes mesmo de comê-lo peço a
Deus que minha alegria não termine.
E na primeira mordida foi como uma overdose,
Tudo roda, é pura sensação de prazer.
ficou mais saboroso quando lambuzei-me
E sujei minhas mãos, e meu rosto de alegria.
Deleitei-me sobre o doce e por um instante sentia-me
com quatro anos. O doce, o barato não é comer um chocolate,
e sim comer qualquer doce quando criança.
Aperto chocolate que chega ficar mole
Fico louco para devora-lo, estou que não me aguento,
E quando o abro meus olhos brilham
Só consigo sentir um cheiro precioso,
Engasgo-me com tanta baba,
E antes mesmo de comê-lo peço a
Deus que minha alegria não termine.
E na primeira mordida foi como uma overdose,
Tudo roda, é pura sensação de prazer.
ficou mais saboroso quando lambuzei-me
E sujei minhas mãos, e meu rosto de alegria.
Deleitei-me sobre o doce e por um instante sentia-me
com quatro anos. O doce, o barato não é comer um chocolate,
e sim comer qualquer doce quando criança.
Reberth Silppo
terça-feira, 7 de julho de 2009
Eu
Pare e pense.
O que seria de um homem sem uma boa esposa?
O que seria dos filhos sem uma boa mãe?
O que seria do pai da mãe e dos filhos sem uma estrutura familiar?
E que seria de Deus se nós não fossemos seus fantoches?????
O que seria de um homem sem uma boa esposa?
O que seria dos filhos sem uma boa mãe?
O que seria do pai da mãe e dos filhos sem uma estrutura familiar?
E que seria de Deus se nós não fossemos seus fantoches?????
Reberth Silppo
Meu tesouro
Imagine um lugar onde os pássaros sorriem pra você, as montanhas sãos verdes, os lagos cristalinos. Boa energia e uma casa confortável de amor. Este é o meu tesouro. De mãos dadas caminhamos, sobre uma longa estrada que não parece ter fim, mas que há nela árvores com folhas coloridas, um ar harmonioso. Enche nossos pulmões de paz e união.
As flores cantam alegremente e os raios de sol nos purificam nos alimentam de fome. Fome de viver, fome de amar e em cada momento desabrocha um novo suspiro de alegria. Borboletas e sabias nos cercam e formam uma aliança de gloria e aprovação, onde esta atmosfera e união nos a confortam.
De passo em passo flores e fios de felicidades caem e concretizam um lindo ramalhete de esperança e fraternidade, com ele ouço juras de amor. Ontem. Hoje. E o amanhã - sempre. Amem.
Chegamos a um lago e nele debruçamos e deixamos nossas almas ouvirem a água rolar e seguir seu rumo, e a cada gotícula derramada nossa silenciosa conversa entrelaçava cada vez mais. Então olhei pra água que rolava e nela três imagens reproduziu. A minha pelos meus olhos, a sua e a nossa felicidade.
Hoje volto não sei se sozinho, mas mesmo com fiapos e vagarosamente com fé, sei que ainda juntos caminharemos e viveremos neste tesouro de lugar. E sei que este é o lar que você tanto um dia espera por chegar. Não quero pra casa voltar sem ter uma mão para segurar. Venha, caminhe comigo, e ouça os pássaros cantar, o verde do vale e as águas rolarem neste lugar sobrenatural onde podemos cristalinamente nos amar. Agora que eu a ou (o), conheço não tenho mais que fabular, com você quero caminhar, estique suas mãos e faça um cordão e levem todos aqueles que amam para este tesouro de lugar.
Reberth Silppo
Uma rosa para Maria Flor
Maria, uma pele doce, perfumada e delicada
Flor cheirosa amorosa e desabrochada
Maria, calma, linda e generosa
Flor amável, gentil e inteligente
Maria, uma flor sabia a espera
Flor amiga compreensiva a espera por Maria
Maria, foi ao encontro de Flor, leva a Maria uma Rosa Flor
E ai tornou-se a minha inspiradora.
O meu alicerce a minha vida a minha Maria.
Maria Flor te dou essa rosa. Te dou essa Flor
Com todo meu amor.
Flor cheirosa amorosa e desabrochada
Maria, calma, linda e generosa
Flor amável, gentil e inteligente
Maria, uma flor sabia a espera
Flor amiga compreensiva a espera por Maria
Maria, foi ao encontro de Flor, leva a Maria uma Rosa Flor
E ai tornou-se a minha inspiradora.
O meu alicerce a minha vida a minha Maria.
Maria Flor te dou essa rosa. Te dou essa Flor
Com todo meu amor.
Reberth Silppo
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Eu
Amizade: aquele que é amigo de todos sabe que não é amigo de ninguém. Já aquele que sabe escolher a amizade pelo faro como um cachorro escolhe bem.
Reberth Silppo
O pianista
Morávamos em uma pequena vila e distante da urbanização, pobres
tinha dia que não havia o que comer nem o que beber, mas mesmo
assim mamãe dava um duro para não perder o equilíbrio nem
chorar na minha frente. Queria ter um irmão, assim teria com quem
brincar, mas do que adiantaria também passaria fome e frio assim
como nós. Não sei quem é ou quem foi meu pai, só sei que minha mãe
vale por muitos homens e somos felizes e unidos da forma que vivemos,
temos alguns vizinhos solidários que parece nos querer bem, e sempre
que podem dão-nos algo para comer e vestir.
Página 04
Fragmento do livro: O pianista
Reberth Silppo
Às vezes 1
Às vezes sinto falta,
Sinto falta de amar
E do amor.
Às vezes sinto falta,
Sinto falta de andar
De percorrer.
Às vezes sinto falta,
Sinto falta de você
E de mim.
Às vezes sinto falta,
Principalmente de mim
Quem eu deixei de ser
De quem eu deixei de viver.
Sinto falta de amar
E do amor.
Às vezes sinto falta,
Sinto falta de andar
De percorrer.
Às vezes sinto falta,
Sinto falta de você
E de mim.
Às vezes sinto falta,
Principalmente de mim
Quem eu deixei de ser
De quem eu deixei de viver.
Reberth Silppo
domingo, 5 de julho de 2009
Ápiro
-Bom vamos começar a escrever. Saio de casa quase todos os dias, vou para o meu encontro com as palavras. Ando de forma lentamente consigo assim ver tudo que durante dezoito anos não via, meus vizinhos, as árvores deixando suas folhas caírem vagarosamente ao chão. As pétalas das rosas exalando seus perfumes e as flores desabrochando de maneira jamais admiradas pelos meus olhos. E descubro como é suficiente ter pouco para ser feliz, ando e ao andar ouso risadas das crianças, os casais fazendo planos futuros e os velhinhos de mãos dadas sorrindo e lembrando da infância. Olho para o chão com o cair de uma flor eu presencio uma morte, uma formiga se afogando em uma gota de água. Como pode o mundo ser tão grande para alguns e para outros pequeno.
Página 101
Fragmento do livro: Ápiro
Reberth Silppo
Histórias
A flor que vejo tem sua história.
O açúcar que adoça meu café tem sua história.
A menina que chora tem sua história.
O avô que leva a criança em seu colo também tem a sua história.
A música que se ouve tem sua história.
O perfume que sinto tem sua história.
A palavra que fala tem sua história.
O beijo que não vejo também tem sua história.
A alegria que tenho de escrever tem sua história.
A lagrima que derramo tem sua história.
O sorriso que demonstro também tem sua história.
O grito que dou também tem sua história.
E o escritor que aqui escreve essas histórias?
O açúcar que adoça meu café tem sua história.
A menina que chora tem sua história.
O avô que leva a criança em seu colo também tem a sua história.
A música que se ouve tem sua história.
O perfume que sinto tem sua história.
A palavra que fala tem sua história.
O beijo que não vejo também tem sua história.
A alegria que tenho de escrever tem sua história.
A lagrima que derramo tem sua história.
O sorriso que demonstro também tem sua história.
O grito que dou também tem sua história.
E o escritor que aqui escreve essas histórias?
Reberth Silppo
Menina-Moça Mulher-Mãe
Nas terras de barro reina alegria
Menina eu era e não sabia,
Brinquei, cantei, chorei.
Moça tornei, ainda pouco
Com bonecas brinquei
E os estudos nunca abandonarei.
Mulher hoje eu sou
Casa, roupa e família sempre terei
Trabalho e estudo com isso, feliz serei.
Hoje mãe uma honra
Que serei, a sementinha em
Mim semeei, e com amor e alegria
E fé eu a cultivei.
Hoje em meus braços
Meu querubim alimentei
E com sua prensença
Todos os dias feliz mãe serei.
Menina eu era e não sabia,
Brinquei, cantei, chorei.
Moça tornei, ainda pouco
Com bonecas brinquei
E os estudos nunca abandonarei.
Mulher hoje eu sou
Casa, roupa e família sempre terei
Trabalho e estudo com isso, feliz serei.
Hoje mãe uma honra
Que serei, a sementinha em
Mim semeei, e com amor e alegria
E fé eu a cultivei.
Hoje em meus braços
Meu querubim alimentei
E com sua prensença
Todos os dias feliz mãe serei.
Para uma amiga que hoje é mãe. Vanessa.
Do livro: Sem compromisso
Heterônimo Reberth Silppo
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Eu escrevi um poema alegre
Eu escrevi um poema alegre
E lindo, apenas da minha euforia.
Que não vem de mim está alegria,
Mas das oscilações da vida
Que horas nos da formosura
Oras formosura nos da.
Nada importa ao tempo
Se nos da ou deixa de presentear.
Eu fico junto á correnteza,
Olhando as ondas leves passarem e das cartas
Que me escreves faço barquinhos de papel
E navego sobre eles rumo a sua maré de amar.
E lindo, apenas da minha euforia.
Que não vem de mim está alegria,
Mas das oscilações da vida
Que horas nos da formosura
Oras formosura nos da.
Nada importa ao tempo
Se nos da ou deixa de presentear.
Eu fico junto á correnteza,
Olhando as ondas leves passarem e das cartas
Que me escreves faço barquinhos de papel
E navego sobre eles rumo a sua maré de amar.
Do livro: Sem compromisso
Heterônimo Reberth Silppo
Eu
Minha casa, minha vida, simplesmente minha escrita.
Faço e desfaço, dos estilhaços. Procurados e desencontrados.
E depois de tudo. Descubro o lindo saber do meu eu.
Disseram-me: - O homem escreve por que o mundo não o basta.
Então descobri que poderia ser Deus e faço-me Deus, sempre
que escrevo. Um novo olhar nasce e o mundo renasce.
Reberth Silppo
Incompleto
Porque falta?
Falta mão, pão e irmão.
Porque falta?
Falta coração, paixão e compreensão.
Porque falta?
Falta solidão, posição e familiarização.
Porque falta?
Falta daqui, falta dali.
Se tira aqui, falta lá.
Se tirar de lá ficará sobrando aqui.
Ser incompleto é um destino do homem?
Completo é o que o homem jamais será?
Se o homem não fosse essa espécie de charada
não teria donde tirar nem colocar! Não tem como decifrar.
O homem não quer ser completo, ele necessita da falta
Do querer. Querer aqui, querer dali, querer de lá.
Um pouco de irmão, pão, familiarização.
Mas um pouco dele é sempre desilusão.
Falta mão, pão e irmão.
Porque falta?
Falta coração, paixão e compreensão.
Porque falta?
Falta solidão, posição e familiarização.
Porque falta?
Falta daqui, falta dali.
Se tira aqui, falta lá.
Se tirar de lá ficará sobrando aqui.
Ser incompleto é um destino do homem?
Completo é o que o homem jamais será?
Se o homem não fosse essa espécie de charada
não teria donde tirar nem colocar! Não tem como decifrar.
O homem não quer ser completo, ele necessita da falta
Do querer. Querer aqui, querer dali, querer de lá.
Um pouco de irmão, pão, familiarização.
Mas um pouco dele é sempre desilusão.
Reberth Silppo
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